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Publicado em: 12/05/2016

Fundação anuncia resultado da edição 2015/02 do APQ 1

“Uso da Ressonância Magnética Nuclear (RMN) como Ferramenta na Identificação e Avaliação de Substâncias Ativas para Diabetes do Tipo-II e Câncer” e “Novos candidatos a drogas anti-Chagas de Tetradenia riparia, ambos da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); “Síntese de Novos Análogos do Lapachol com Potencial Atividade Antimalárica”, da Universidade Federal Fluminense (UFF), e “Desenvolvimento de produtos alimentícios inovadores, funcionais e sem glúten: caracterização nutricional, análise química e avaliação da atividade antioxidante, do Centro Universitário da Zona Oeste (Uezo). Estes são alguns dos projetos aprovados no programa Auxílio Básico à Pesquisa (APQ 1), edição 2015/02, dentro de uma ampla diversidade de temas de interesse para a população fluminense. Foram recomendados pelo comitê avaliador 293 projetos, totalizando o valor de R$ 5.462.316,34. O resultado está sendo divulgado nesta quinta-feira, 12 de maio, pela Fundação.

De uma demanda de 726 propostas, de 42 instituições, foram contempladas 29 instituições diferentes, entre elas a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com 74 contemplados; pela Universidade Federal Fluminense (UFF), com 54 propostas aprovadas, seguida pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), com 41, e pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) que teve 33 projetos aprovados. A Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) teve 15 contemplados; a Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf), 12; a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), sete; enquanto a Universidade Estácio de Sá (Unesa) e a Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio) tiveram seis projetos aprovados. As outras propostas aprovadas ficaram distribuídas entre 19 instituições. 

O APQ 1 é um dos mais procurados dentre os programas da FAPERJ, pois se propõe a financiar o desenvolvimento de projetos livremente escolhidos pelos pesquisadores, em todas as áreas de conhecimento, desde que sejam  conduzidos por pesquisadores com grau de doutor ou equivalente, vinculados a instituições de ensino e pesquisa sediadas no estado do Rio de Janeiro.

O julgamento dos projetos é realizado pelo corpo de coordenadores de área da FAPERJ, que procura analisar comparativamente aspectos como mérito técnico-científico, originalidade, adequação do orçamento às metas do projeto e a adesão aos termos desta modalidade de auxílio, além de requisitos obrigatórios como carta de anuência, aprovação do comitê de ética em pesquisa humana e animal e a não acumulação com bolsa dos programas CNE e JCNE. Na avaliação da proposta também foram considerados a qualificação do proponente em relação às atividades previstas para sua execução, a qualidade e regularidade de sua produção científica/tecnológica, divulgada em veículos qualificados, e sua contribuição para formação de recursos humanos nos últimos cinco anos. Não menos importante é a aplicabilidade e relevância da proposta para o desenvolvimento científico, tecnológico, econômico, ambiental e social das diferentes regiões fluminenses. Toda avaliação é comparativa com os pares das grandes áreas do conhecimento, com base na opinião de consultores ad hoc, consolidada pelos coordenadores de área da FAPERJ.

Os recursos do programa poderão ser aplicados em despesas de capital e custeio livremente escolhidas pelos proponentes, que sejam essenciais à realização do projeto, de acordo com classificador de receita e despesa do estado do Rio de Janeiro, disponível no site www.planejamento.rj.gov.br, e desde que estejam em consonância com as metas do projeto. Como, por exemplo, no caso da aquisição de material permanente ou de consumo, serviços de terceiros, desde que eventuais, e demais itens fundamentais ao desenvolvimento da proposta. Contados a partir da liberação dos recursos, os contemplados terão 12 meses para a execução de suas propostas. O APQ 1 é um recurso exclusivo para aplicação em um projeto de pesquisa e, portanto, não contempla passagem e diárias para congresso.

“Esse programa tem sido um dos pilares da pesquisa livre nas instituições sediadas no estado do Rio de Janeiro. Ele é muito utilizado pelos pesquisadores mais jovens na carreira. Mesmo considerando que os pesquisadores com bolsas de Cientistas do Nosso Estado e Jovens Cientistas do Nosso Estado não podem participar, esse programa é altamente competitivo. Como essa competição é alta, espera-se que os projetos sejam bem qualificados e desafiadores”, observou o diretor Científico da FAPERJ, Jerson Lima Silva.

Confira a listagem completa dos contemplados do Auxílio Básico à Pesquisa (APQ 1) 2015/02 II 

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