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Publicado em: 14/08/2002

FAPERJ de cara nova

FAPERJ de cara nova

A FAPERJ está de cara nova. Depois de um breve período de obras, a sede da Fundação foi reinaugurada em 4 de outubro. As mudanças foram radicais: layout moderno, maior espaço útil, novo mobiliário, sinalização ágil e cores vibrantes tornaram o ambiente de trabalho mais confortável e ousado, que em nada lembra o visual anacrônico que caracteriza a maioria das repartições públicas. Além de propiciar maior conforto aos usuários e melhores condições de trabalho aos servidores, a reforma sintetiza o processo que, nos últimos três anos, transformou a FAPERJ em uma agência de fomento com credibilidade, comprometida com o desenvolvimento do estado, ágil e, agora, bem instalada.

54 dias de transformação

Em apenas 54 dias, a área de mil metros quadrados do sexto andar do Edifício Estácio de Sá - prédio do governo do estado, no Centro do Rio, que abriga a FAPERJ desde a década de 80 - foi totalmente transformada. As instalações elétricas e hidráulicas foram refeitas e foi instalado cabeamento para receber um moderno sistema de tele-comunicações para voz, dados e imagens. O espaço de trabalho foi reorientado com a colocação de divisórias e móveis. Todo o andar foi pintado e recebeu novo piso. Foram realizadas, ainda, obras civis para a recuperação dos banheiros e da cozinha, e criada uma nova sala de reuniões. Tudo isso sem interromper o atendimento ao público por um dia sequer.

Antigas instalações: risco permanente

Para o presidente da FAPERJ, Fernando Peregrino, as antigas instalações estavam colocando em risco o funcionamento da instituição. "Entre todas as fundações de amparo à pesquisa, a FAPERJ era a que estava mais mal instalada. Antes das reformas, a rede elétrica estava sobrecarregada, com fios à mostra, apresentando perigo de incêndio e a possibilidade de danificar e perder processos", afirmou.

Diante da necessidade de criar um ambiente de trabalho mais seguro e confortável, a diretoria da FAPERJ vinha estudando, nos últimos meses, uma série de alternativas, como a mudança para outro prédio público ou o aluguel de um andar em edifício comercial. Feitas as contas, a decisão foi pela reforma.

"Inicialmente, pensamos em mudar, mas não encontramos prédios públicos disponíveis com capacidade para receber a FAPERJ. O aluguel de um andar com mil metros quadrados no centro do Rio ficaria muito oneroso e ainda precisaríamos fazer pequenos reparos", afirmou a diretora - administrativa da FAPERJ, Maria Carolina Pinto Ribeiro, explicando a decisão tomada.

Call Center: próxima etapa

De casa nova, a FAPERJ vai poder inovar e já se prepara para o futuro. "Durante a reforma, a rede de cabeamento foi toda refeita para atender a demanda. Agora, temos rede para crescer por mais 10 anos. A instalação da nova central telefônica nos dará a possibilidade de implantar o call center para agilizar o contato com a comunidade científica", explicou Fernando Peregrino.

Luis Fernandes , diretor científico da FAPERJ, também mostra-se empolgado com as novas instalações: "Nossos coordenadores de área têm agora um lugar digno para trabalhar na análise de nossos projetos".

Peregrino completa: "Queríamos fazer um projeto ousado, que pudéssemos deixar para as próximas administrações. Certamente, vamos entregar uma instituição completamente dife-rente daquela que recebemos no início do governo".

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