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Publicado em: 21/12/2006

Investimentos em C&T no estado ganham novo impulso em 2006

Um fgbc

Um desembolso de R$ 167 milhões, a redução de um passivo de R$ 40 milhões, em 2003, para apenas R$ 5 milhões no final de 2006, e o inegável fortalecimento da FAPERJ como agência de fomento junto à comunidade científica do estado. Durante a cerimônia de prestação de contas da FAPERJ, realizada na última sexta-feira, dia 15 de dezembro, no auditório da Academia Brasileira de Ciências (ABC), no Centro do Rio, o diretor-presidente da FAPERJ, Pedricto Rocha Filho, fez uma detalhada apresentação do desempenho da instituição no ano de 2006, o último de sua gestão à frente da Fundação. 

 

Durante a cerimônia, o diretor-presidente relatou os repasses feitos ao longo do ano aos diversos programas da instituição, dos quais R$ 48,7 milhões foram pagos em auxílios e R$ 35,4 milhões em bolsas. Já a Rede Rio recebeu R$ 1,97 milhões em investimentos, enquanto foram destinados R$ 76,7 milhões para o apoio descentralizado a entidades estaduais. As despesas de custeio da Fundação ficarão em R$ 4,4 milhões – valor considerado relativamente baixo para uma agência de fomento como a FAPERJ.

 

Rocha Filho destacou o que considerou como pontos positivos da atual administração. “Somando-se ao nosso papel de apoio à ciência, outro aspecto importante foi a consolidação de uma política de fomento à tecnologia. Nestes últimos anos, também tivemos o fortalecimento institucional e a afirmação da FAPERJ como uma agência de fomento reconhecida junto à comunidade científica”, disse.

 

O presidente chamou ainda a atenção para o processo de informatização da Fundação, o inFAPERJ, em andamento, mas que já vem permitindo o cadastramento e acompanhamento de processos on line. Lembrou a ampliação da Rede Rio, que faz a integração em rede de pesquisadores e que tem prevista nova alocação de recursos para aumentar sua capacidade e o número de usuários. E destacou a consolidação das parcerias com agências federais, como CNPq, Capes, Finep e os ministérios da Ciência e Tecnologia e da Saúde, e a integração com a cultura.

 

“Esse tem sido um lado interessante, especialmente pela divulgação da ciência, que culminou com a ópera O Cientista, cuja apresentação no Teatro Municipal do Rio está nas últimas récitas, além do apoio à realização de vídeos da coleção Cientistas Fluminenses, um deles sobre o físico José Leite Lopes e um próximo sobre o filólogo Antonio Houaiss”, falou Rocha Filho.  

 

Para o presidente da Fundação, ainda há pendências que ficarão para a próxima administração, como a continuidade do processo de informatização e da infra-estrutura administrativa, assim como a ampliação de recursos para os programas básicos da Fundação e de recursos humanos do quadro efetivo da instituição. Rocha Filho encerrou sua apresentação com agradecimentos ao apoio recebido da governadora Rosinha Garotinho e do secretário Wanderley de Souza, do Conselho Superior e do quadro formado pelos coordenadores de área, assessores e funcionários da Fundação, “pela dedicação à instituição. Cada um sempre procurou dar o melhor de si”.

 

Para o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Wanderley de Souza, a cerimônia também teve tom de despedida, já que em janeiro ele passa o cargo a Alexandre Cardoso, que assumirá a pasta como o novo titular da secretaria. Ele também destacou o crescimento da área de ciência e tecnologia no estado nos últimos oito anos. “Embora ainda estejamos longe do que a comunidade científica fluminense quer e precisa, tivemos importantes conquistas no setor”, falou.

 

Uma dessas realizações foi a educação profissional, que, graças a Faetec (Fundação de Apoio à Escola Técnica), passou dos 40 mil para a formação de 400 mil alunos. “A Faetec constitui-se na maior rede do país para formação de mão-de-obra qualificada”, disse. Esse enorme índice de crescimento na educação profissional  atendeu à demanda de certos setores, como a construção naval e a indústria do petróleo no estado. Wanderley de Souza ressaltou ainda o crescimento do ensino superior do Rio, que com 20 mil novas vagas, tem o maior número de alunos novos do país.

 

“Queria destacar que, na FAPERJ, saímos de um orçamento de R$ 11,3 milhões, há oito anos, para os mais de R$ 160 milhões atuais, o que marca um crescimento significativo”, disse. “Tudo faz parte de um time que tem trabalhado intensamente para permitir que chegássemos a esse final de ano com saldo tão positivo”, destacou.

 

O secretário comemorou ainda a promulgação da lei que permitirá a FAPERJ apoiar também instituições e empresas a partir de 2007. “Isso será importante especialmente em áreas como a da saúde, como no caso da rede de diagnóstico molecular, que exige cifras significativas, que serão mais facilmente geridas por uma instituição do que por uma pessoa física.”

O presidente do Conselho Superior da FAPERJ, Jesus Alvarenga também destacou em breves palavras o fortalecimento da Fundação, e fez diversos agradecimentos aos presentes e em especial ao professor Pedricto, pela forma como lidou com as questões que lhe foram encaminhadas, aos funcionários e pesquisadores. “Temos ainda avanços a fazer e desafios pela frente no trabalho de consolidação do sistema estadual de ciência e tecnologia em nosso estado”, concluiu.

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