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Publicado em: 29/06/2006

Simpósio internacional promove debate sobre proteômica na UFRJ

O IV Mini-Simpósio Internacional de Proteômica, que lotou o Salão Nobre do Instituto de Química, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, na manhã de 29 de junho, foi também uma forma de aproximar pesquisadores de diversos países dos professores, mestrandos e doutorandos daquela universidade. Segundo o coordenador da Rede Proteômica do Rio de Janeiro, Gilberto B. Domont, a ocasião foi um encontro informal para se discutir ciência.

 

Como uma das duas redes da FAPERJ, a Proteômica conta, tanto quanto a rede Genômica (RioGene), com a participação de especialistas dos mais importantes centros de pesquisa e universidades do estado do Rio de Janeiro. Abrindo a cerimônia, Domont fez uma rápida apresentação dos cinco palestrantes estrangeiros convidados para o simpósio: John Yates, do Departamento de Biologia Celular do Scripps Rechearch Institute, em San Diego, Estados Unidos; Ruth McNally, do Centre for Economic & Social Analysis of Genomic, de Cardiff; Robert Ventzki e Josef Stegemann, do European Molecular Biology Laboratory, de Heidelberg, Alemanha; Gilbert Omenn, da U-M Medical School, dos Estados Unidos; e Leo Bonilla, diretor do Thermo Brims Center, de Cambridge.

 

O primeiro a falar foi John Yates, detentor de vários prêmios de prestígio em química de proteínas, que em sua palestra falou sobre algumas aplicações da proteômica. Uma de suas linhas de pesquisa é compreender o funcionamento das proteínas no plasma e nos diferentes tecidos do organismo e a partir daí tentar desenvolver biomarcadores, o que poderá tornar possível a detecção de determinadas doenças.

 

No caso da pesquisadora Ruth McNally, com trabalhos publicados sobre engenharia genética, política de biotecnologia européia, ou sobre os riscos da tecnologia do DNA recombinante, o foco do estudo apresentado no simpósio foi a convergência das ciências sociais com as chamadas “omics”, ou seja, a genômica e a proteômica. Em From Proteomics to Sociomics: Paradigms, Networks and Convergence, McNally pesquisa sobre proteômica a partir da perspectiva de estudos de ciência e tecnologia. Um de seus objetivos é explorar se, e em que sentido, a proteômica é um paradigma nas biociências. “Usamos a tecnologia para responder questões de conhecimento biológico”, explicou.

 

Ao final de cada uma das falas, os palestrantes responderam a diversas perguntas de professores e estudantes. Entusiasmado, o coordenador Gilberto Domont analisou a realização do simpósio como extremamente proveitoso, embora com apenas um dia de duração. “Foi ótima oportunidade de promover um encontro entre pesquisadores e estudantes, para discutir o que vem sendo realizado nos laboratórios.” 

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