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Publicado em: 12/07/2018

Notas – Semana de 12 a 18 de julho de 2018

Angela Uller é nomeada presidente do Conselho Superior da FAPERJ
A professora Angela Uller, ex-diretora do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), foi nomeada, no dia 5 de julho, presidente do Conselho Superior da FAPERJ. O Conselho Superior é formado por 14 membros, sendo quatro deles indicados livremente pelo governador e os demais escolhidos por ele a partir de listas tríplices, apresentadas por universidades, entidades com reconhecida atividade de pesquisa e pelo setor empresarial. Angela foi diretora da Coppe de 2003 a 2007, tendo sido a primeira e única mulher até o momento eleita para o cargo na instituição. Desde agosto de 2015, coordena a unidade Coppe da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii-Coppe), que administra projetos de ponta da área de Engenharia Submarina para Exploração de Óleo e Gás, realizados em parceria entre universidade, empresas e governo federal. Formada em Engenharia Química pela UFRJ, em 1975, Angela concluiu seu doutorado na École Supérieure de Chimie, Université de Paris, em 1980. No mesmo ano ingressou como docente no Programa de Engenharia Química da Coppe, onde havia concluído seu mestrado em 1976. Na Coppe, Angela também foi diretora da Fundação Coppetec, de 1990 a 2007, e diretora de Tecnologia e Inovação, de 2002 a 2003. Na UFRJ, foi pró-reitora de Pós-Graduação e Pesquisa da UFRJ (2007 a 2011) e chefe de gabinete da Reitoria da UFRJ (2011 a 2015). Mais informações: http://www.faperj.br/?id=5.4.0

Coppe revela o custo do retrocesso na política ambiental brasileira
Professores e pesquisadores da Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) assinam artigo publicado na atual edição da Nature Climate Change, no qual avaliam os impactos do retrocesso na política ambiental brasileira para o cumprimento das Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs), assumidas pelo Brasil para o atingimento do objetivo acordado pela comunidade por mais de 190 países em Paris em 2015 para limitar o aquecimento global. Entre 2005 e 2012, o Brasil reduziu suas emissões de gases de efeito estufa (GEE) em 54%, sobretudo pela redução do desmatamento em 78%. De acordo com os autores, a aprovação do novo Código Florestal, em 2012, provocou um retrocesso gradual na governança ambiental, agravada a partir de 2016 com a barganha política promovida pela chamada bancada ruralista para a aprovação de projetos de interesse do governo federal.Em troca de apoio político, o presidente Michel Temer assinou medidas provisórias e decretos que diminuíram as exigências para o licenciamento ambiental, suspendeu a demarcação de terras indígenas, facilitando que grileiros se beneficiem dos recursos de áreas desmatadas ilegalmente. Isso pode comprometer a bem sucedida política de redução das emissões de CO2 pelo controle de desmatamento, promovida na última década. O artigo “The threat of political bargaining to climate mitigation in Brazil (A ameaça da barganha política para a mitigação climática no Brasil)” é assinado pelos professores da Coppe/UFRJ Roberto Schaeffer, Alexandre Szklo e André Lucena, os pesquisadores Pedro Rochedo, Alexandre Koberle e Regis Rathmann, também da Coppe/UFRJ; o professor Eduardo Viola, de Ciência Política, da UnB, e pelos professores Britaldo Soares-Filho, Raoni Rajão e a pesquisadora Juliana Leroy Davis, da UFMG. Mais informações: https://www.nature.com/nclimate

Desafio Serrapilheira convida cientistas a explicar pesquisas de modo acessível
O Instituto Serrapilheira lançou um exercício de divulgação científica aos 65 pesquisadores brasileiros selecionados em seu primeiro edital. Com o objetivo de contemplar diversos públicos, para tornar compreensíveis pesquisas científicas para uma criança de dez anos, um acadêmico recém-formado e um especialista da área, um desafio foi lançado aos cientistas selecionados pela primeira Chamada Pública do Instituto Serrapilheira: comunicar seus projetos para os três públicos, em vídeos curtos. Os projetos tratam de temas diversos, que vão da computação quântica à matéria escura das galáxias. Por isso, os cientistas foram preparados por uma equipe de media training. O resultado desse exercício de linguagem pode ser visto no Canal do Instituto Serrapilheira no Youtube, lançado oficialmente na terça-feira, 10 de julho. Os vídeos, divulgados nas três versões, apresentam não apenas os projetos, mas os pesquisadores em toda a sua diversidade, rompendo o estereótipo predominante da figura do cientista. Mais informações: https://www.youtube.com/InstitutoSerrapilheira

Hacking.Rio: Inovadores, empreendedores e investidores propõem soluções para os problemas do estado 
Até o próximo dia 17 de julho, estarão abertas as inscrições para o Hacking.Rio, evento que promete reunir mais de mil inovadores, empreendedores, especialistas e potenciais investidores, empenhados em criar soluções inovadoras para os problemas do Rio de Janeiro. Para tanto, durante 42 horas seguidas, entre os dias 27 a 29 de julho, eles estarão reunidos no edifício Acqua Corporate, no Porto Maravilha. Iniciativa coletiva liderada pelo movimento Juntos pelo Rio, o Hacking.Rio abrange três eventos simultâneos: Competição de Hackers (Hackathon), Conferências e Palestras, e Fórum de Investidores Internacionais. Considerada a maior maratona de desenvolvedores do Brasil, o Hackathon é uma competição de especialistas em tecnologia, que reunidos em times criam e desenvolvem soluções de alto impacto para os problemas das cidades. O time vencedor receberá um prêmio no valor de 15 mil reais e a garantia de patentes dos protótipos desenvolvidos para tornar o Rio uma cidade inteligente (Rio Smart City 2020). As inscrições para o  evento, que é realizado com o apoio do LabrInTOS (Laboratório de Inovação Tecnológica, Organizacional e em Serviços), da Coppe/UFRJ, podem ser feitas pelo link https://www.sympla.com.br/hackingrio e o código LABRINTOS garante um desconto especial tanto para os competidores e para quem for assistir às palestras. Mais informações: https://hackingrio.com

Palestra sobre setor energético brasileiro é realizada na PUC-Rio
A palestra Reflexões sobre o setor energético brasileiro - passado / situação atual / perspectivas futuras será ministrada às 17h do dia 17 de julho, pelo secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia entre 2008 e 2016, o engenheiro Altino Ventura. O evento, promovido pela Academia Nacional de Engenharia (ANE), é voltada para profissionais do setor, engenheiros, pesquisadores, estudantes e interessados na área e será realizado no auditório RDC (Av. Marquês de São Vicente, 225, Gávea, Rio de Janeiro ) da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). A apresentação será estruturada em dois eixos. Na primeira etapa, Ventura vai abordar os eventos impactantes na energia na década de 1970 no Brasil e no mundo; as matrizes energéticas entre 1980/2010/2015; os principais desafios da expansão do sistema energético nacional; e hidroeletricidade - seu aproveitamento e excedente financeiro. Na segunda parte, serão apresentadas as questões conjunturais: hidroelétricas sem reservatórios de regularização plurianual; estratégias de aproveitamento do excedente financeiro das hidroelétricas; sistema hidro térmico - segurança energética e operação das usinas. Altino Ventura é engenheiro eletricista pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Ocupou o cargo de diretor técnico executivo e diretor geral Brasileiro da Itaipu Binacional; foi presidente da Eletrobrás; consultor do Ministério de Minas e Energia; Secretário de Planejamento. Mais informações: imprensaanebrasil@gmail.com

Dicionário do Petróleo em Língua Portuguesa ganha segunda edição com atualizações
Na próxima quarta-feira, 18 de julho, às 18h, será lançada a segunda edição do Dicionário do Petróleo em Língua Portuguesa/exploração e produção de petróleo e gás, no Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP). De autoria de Eloi Fernández y Fernández, engenheiro mecânico e professor do Instituto de Energia (IEPUC) do Centro Técnico Científico da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (CTC/PUC-Rio), Oswaldo A. Pedrosa Junior, também engenheiro mecânico e ex-presidente da Pré-Sal Petróleo S.A (PPSA), e António Correia de Pinho, geólogo e autor de vários outros livros sobre o tema, o dicionário aborda temas atualizados referentes à tecnologia de reservatório, tecnologia de produção, tecnologia de poço, geologia, geofísica, regulação e contratos. O lançamento da segunda edição foi motivado pelos novos modelos regulatórios e as descobertas do pré-sal, condições não existentes no momento da primeira edição, de 2008, e que introduziram diversas variáveis até então desconhecidas. Dado o desafio, os autores se uniram a outros cerca de 80 profissionais e acadêmicos da área para o lançamento desta nova edição, ainda mais abrangente e completa. Com 9.483 verbetes — além de um glossário inglês-português e um siglário com 1.180 termos —, a nova edição do Dicionário do Petróleo em Língua Portuguesa terá tiragem de dois mil exemplares e, novamente, é um lançamento das editoras PUC-Rio e Lexikon. O dicionário também está disponível gratuitamente no site http://dicionariodopetroleo.com.br e no aplicativo “Dicionário do Petróleo” para Android e iOS. Quem tiver interesse no formato físico, pode comprar diretamente no site da Editora Lexikon ou nas maiores livrarias brasileiras, ao custo de R$ 168,00 (cento e sessenta e oito reais). O dicionário teve o patrocínio do IBP, Petrobras, Partex Oil&Gas, Galp e ENH, e contou com a colaboração da SPE Brasil, Instituto de Energia da PUC-Rio (IEPUC), Editora PUC-Rio, Lexikon Obras de Referência e Desenvolvimento Web – Lavorare. Mais informações: http://dicionariodopetroleo.com.br 

Equipe RioBotz, da PUC-Rio, conquista ouro e prata na 14ª edição do Winter Challenge 
Mais de 50 medalhas, sendo 30 de ouro. A RioBotz, equipe de robótica do Centro Técnico Científico da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (CTC/PUC-Rio), alcançou esta marca histórica ao retornar da 14ª edição do Winter Challenge, maior competição de robótica da América Latina, realizada de 5 a 8 de julho, no Instituto Mauá de Tecnologia (IMT), em São Caetano do Sul (SP). Os alunos conquistaram uma medalha de ouro e uma de prata, numa dobradinha no pódio da classe Beetleweight (1,3kg), a categoria mais disputada da competição. O Mini Puma, após vencer todas as lutas, chegou invicto ao pódio e o segundo lugar ficou com o Mini Maloney. Nas 13 edições das quais participou, a RioBotz já soma 51 medalhas na Winter Challenge: 30 de ouro, 13 de prata e oito de bronze. Mais informações: http://www.ctc.puc-rio.br

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  FAPERJ - Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro
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