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Publicado em: 29/07/2004

São Cristóvão, Mangueira e Benfica ganham mapa e catálogo em arte naïf

Coreto - J. AraujoA FAPERJ lança, no dia 4 de agosto, a segunda edição do projeto Rio de Janeiro em Mapas. Desta vez o projeto é dedicado ao bairro de São Cristóvão e adjacências (Benfica e Mangueira), cujos principais logradouros e construções estão retratados em mapa e catálogo. O lançamento acontece a partir das 11 horas, no Centro Cultural Cartola (Rua Visconde de Niterói 1296, Mangueira).

O projeto Rio de Janeiro em Mapas tem por objetivo divulgar as principais construções, logradouros e instituições da cidade, sob o ponto de vista histórico, cultural e arquitetônico. Para criar o mapa de São Cristóvão, a FAPERJ convidou o artista plástico J. Araujo que, com sua pintura naïf, deu unidade ao conjunto heterogêneo de edificações da região além de uma atmosfera repleta de cor e movimento.

O projeto contou, também, com a experiência de dois estudiosos da cidade do Rio de Janeiro: o arquiteto Kleris Albernaz, responsável por manter a fidelidade arquitetônica da transposição das construções para o mapa, e o historiador Marcos Bretas, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que realizou um minucioso trabalho de pesquisa para a criação do catálogo que traz informações sobre os locais destacados no mapa.

A escolha de São Cristóvão para esta segunda edição do projeto deve-se ao fato de o bairro conservar em suas ruas edificações de significado histórico como o Museu Nacional, cujo prédio foi presenteado à monarquia portuguesa e abrigou a família real. O bairro abriga, também, instituições tradicionais como o Observatório Nacional, que funciona no Morro de São Januário desde 1922, depois de ser transferido do Morro do Castelo, no Centro.

Museu do 1o Reinado - J. Araujo

São Cristóvão conserva, ainda, várias outras construções significativas, como a Escola Municipal Gonçalves Dias, localizada no Campo de São Cristóvão, a mais antiga unidade de Ensino Fundamental em funcionamento no Rio de Janeiro; o Museu do Primeiro Reinado (Casa da Marquesa de Santos, imagem acima); o Reservatório do Pedregulho, de 1880, que ainda hoje guarda parte do volume d’água que abastece a cidade; o Estádio de São Januário, com sua azulejaria portuguesa; e o Pavilhão de São Cristóvão, projetado por Sérgio Bernardes, um exemplo da arquitetura moderna, onde hoje funciona o Centro Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas.

Conjunto Residencial Prefeito Mendes de MoraisO Modernismo também está presente em construções do vizinho bairro de Benfica. Lá estão localizados o Conjunto Residencial Prefeito Mendes de Morais (Conjunto Habitacional do Pedregulho, imagem ao lado), projetado pelo arquiteto Affonso Eduardo Reidy; a Escola Edmundo Bittencourt, que integra o conjunto habitacional, que conta com painéis de azulejos de Candido Portinari; e o Centro de Abastecimento do Estado da Guanabara (Cadeg).

Completam o mapa locais e edificações como a quadra da Estação Primeira de Mangueira (Palácio do Samba); a Vila Olímpica da Mangueira; o Buraco Quente, onde a escola de samba foi fundada; a casa onde morou Dona Zica; e o Centro Cultural Cartola, que agora abre suas portas para o lançamento da segunda edição do projeto Rio de Janeiro em Mapas.

A primeira edição do projeto teve como foco o mapa do Centro da cidade do Rio de Janeiro e foi ilustrada por Jorge de Salles.

Veja a galeria de imagens

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