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Publicado em: 14/03/2013

Site Memórias se equipara a renomadas publicações internacionais

Danielle Kiffer

Criada pelo cientista Oswaldo Cruz, em 1909, a revista científica Memórias, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC), veio se adaptando às mudanças e à velocidade de informações por que passa o mundo


 Foto/Divulgação

     

     A Memórias reformulou seu site, com base nos portais das revistas
                        científicas mais importantes do mundo
 

moderno. A partir de 1996, a publicação passou a contar com sua versão on-line, que desde 2007 vem também passando por mudanças editoriais e estruturais. Em 2012,  Memórias migrou para a plataforma ScholarOne, utilizada pelos mais importantes periódicos do mundo.

Sobre a sólida base construída ao longo de mais de 100 anos de existência da versão impressa, o site procura unir tradição e modernidade, implantando um design moderno e novas funcionalidades que facilitam o trabalho dos pesquisadores. Todas essas inovações contaram com subsídios da FAPERJ, por meio do edital Apoio à publicação de periódicos científicos e tecnológicos institucionais.

Revista multidisciplinar, com oito números regulares por ano, Memórias publica pesquisas originais nos campos da medicina tropical (incluindo patologia, epidemiologia de campo e estudos clínicos), parasitologia médica (incluindo protozoologia, helmintologia, entomologia e malacologia) e microbiologia médica (virologia, bacteriologia e micologia).

Agora, ao entrar no site, pesquisadores interessados podem criar um perfil de acordo com o seu vínculo com a revista – autor de artigos, revisor ou leitor –, e nele cadastrar seus temas de maior interesse para receber sugestões de artigos. Assim, o próprio sistema terá como sugerir a leitura de estudos relacionados, tal como dos artigos mais populares sobre o assunto. Uma nova ferramenta de busca facilita as pesquisas no acervo, composto por mais de quatro mil artigos. "Outro destaque foi a migração da revista para a plataforma ScholarOne, utilizada pelos mais importantes periódicos do mundo. Além de contar com um sistema de submissão de artigos amplamente difundido entre os pesquisadores, permitem que os autores enviem seus trabalhos com maior segurança, facilitando a realização de cobranças de revisão por meio de e-mails automáticos", conta o editor, Ricardo Lourenço, pesquisador titular do IOC, parasitologista com ênfase em entomologia médica.

Todo esse trabalho árduo para pensar e implantar essas modificações no site, realizado ao longo dos anos, teve um resultado compensador: segundo o Institute for Scientific Information (ISI) Web of Knowledge, órgão internacional responsável por avaliar a relevância das publicações científicas, Memórias obteve 2,147 pontos de fator de impacto. "Essa classificação representa muito para todos nós, da comunidade científica e biomédica, pois mostra que a nossa revista é a mais lida e acessada por pesquisadores brasileiros e estrangeiros do nosso País, o que só aumenta nosso prestígio e responsabilidade", afirma. Lourenço destaca que o crescimento da revista tem sido lento e estável.

Entre os objetivos do site, está divulgar ainda mais a revista fora do Brasil, atraindo novos leitores e um número maior de autores internacionais. "Vamos mostrar que a Memórias é um veículo de qualidade, seguro e rápido para a submissão de trabalhos. Queremos atrair mais leitores que desenvolvem pesquisas na Ásia e na África, por exemplo, onde doenças parasitárias são ainda bastante importantes", explica o editor. Há, inclusive, o interesse em ampliar o leque de temas abordados.

Um dos pontos fortes do periódico, tanto no caso do site quanto na versão impressa, como destacou Lourenço, é a sua gratuidade. "Ao contrário das publicações internacionais, em que vários procedimentos custam caro, todos os procedimentos em nosso site – submissão de artigos; leitura; download de arquivos, por exemplo – são de graça. Isso só é possível porque temos apoio de grandes instituições, como a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), instituição ao qual o IOC é vinculado, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e a FAPERJ", finaliza.

 

 

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